Helio X30: MediaTek revela tudo sobre o chip que pode vencer os Snapdragons

Helio X30: MediaTek revela tudo sobre o chip que pode vencer os Snapdragons

 Anunciado há algum tempo pela MediaTek, o chip Helio X30 coleciona rumores e informações vindas de fontes não oficiais, geralmente apontando que a peça seria poderosa o suficiente para competir com a soluções mais avançadas de uma de suas principais concorrentes, a Qualcomm. Recentemente, no entanto, a companhia taiwanesa resolveu colocar boa parte das especulações de lado para revelar quase tudo sobre o brinquedinho. O resultado do projeto une tecnologia de ponta com uma boa dose de força bruta.
 Enquanto os primeiros deca-cores da fabricante suavam a camisa para tentar chegar perto do desempenho do Snapdragon 820, o sucessor dos SoC Helio X20 eX25 deve entrar no mercado com muito mais chances de bater o novíssimo Snapdragon 830. Seguindo os passos dos processadores mais recentes – ou dos agendados para grandes lançamentos, como o da família iPhone 7 –, o produto da MediaTek vai ser produzido com a microarquitetura FinFET de 10 nanômetros da TSMC, um belo salto dos 20 nanômetros dos modelos anteriores.
O Helio X30 é a mais nova aposta da MediaTek no mercado mobile
 A mudança vai permitir a combinação de elementos poderosos dentro de um espaço bastante reduzido. A seleção de dez núcleos, por exemplo, é dividida em quatro cores Cortex A73 de 2,8 GHz, quatro A53 de 2,2 GHz e dois A35 a “humildes” 2 GHz. Cada membro desse time será responsável por calcular tarefas de determinados níveis de complexidade, provavelmente seguindo o sistema Tri-Cluster adotado pela marca à época do X20. Para garantir a performance gráfica, um GPU PowerVR 7XT quad-core fecha o pacote com estilo.
 Isso significa que mesmo os aplicativos mais exigentes da atualidade, como games 3D e programas de realidade virtual, devem rodar de forma suave no novo chip da MediaTek. Pode ficar tranquilo: a nova empreitada da empresa não se resume a joguinhos rodando em um patamar alto de quadros por segundo ou a experiências com o Google Cardboard. Pelo restante do material exibido pela companhia, a lista de compatibilidades e de tecnologias do SoC parece ser mais do que interessante.

A espera deve valer a pena

 Entre as novidades estão o suporte a até 8 GB de memória RAM do tipo LPDDR4 e ao formato UFS 2.1 de armazenamento – que aumenta bastante a performance das memórias flash. Além disso, o Helio X30 vai trabalhar com sensores que podem chegar 40 megapixels, capazes de gravar vídeos em até 24 megapixels. Esses clipes, dependendo do hardware associado ao processador, podem apresentar uma taxa de 60 a 120 fps – uma boa pedida para quem quer capturar momentos mais agitados ou brincar um pouco com o slow motion.
 Outras funcionalidades, como o suporte às redes 4G LTE Cat. 12 – mais veloz que a convencional –, completam o kit e devem animar os aficionados por especificações de hardware. Entretanto, pode ser melhor segurar um pouco a empolgação, já que a previsão mais otimista é que o Helio X30 chegue apenas “em algum ponto de 2017”.
O mais provável é que os primeiros dispositivos mobile asiáticos com o componente só cheguem ao mercado no segundo semestre do ano que vem
 Como a própria MediaTek confirmou que a fabricação em massa do chip ainda nem foi iniciada – e por se tratar de um processo tão minucioso de produção –, o mais provável é que os primeiros dispositivos mobile asiáticos com o componente só cheguem ao mercado no segundo semestre do ano que vem. Será que veremos uma competição ainda mais acirrada de SoCs no futuro próximo, com o Qualcomm Snapdragon, o Samsung Exynos e o MediaTek Helio disputando a tapa o bolso dos consumidores?
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Samsung está testando novo chipset Exynos fabricado a 10nm com velocidade de 4 GHz

Samsung está testando novo chipset Exynos fabricado a 10nm com velocidade de 4 GHz


 No início deste mês vimos os primeiros detalhes sobre o Exynos 8895, novo chipset topo de linha da Samsung e que poderá chegar juntamente com o Galaxy S8 em 2017. Até o momento só tínhamos conhecimento sobre o codinome do chipset, sendo chamado internamente pela Samsung de “Kanchen”. Agora são liberados detalhes sobre a arquitetura deste poderoso chipset da sul-coreana.
 A primeira informação é sobre o processo de fabricação do componente. Enquanto o Exynos 8890 conta com litografia de 14nm, o novo chegará sob o processo de refinamento a 10nm –assim como o Snapdragon 830. O Exynos 8895 trará a nova geração do processador Mongoose, estreado como M1 no Galaxy S7, o que permite alcançar a incrível frequência máxima de 4 GHz! E com os avanços para 10nm será possível manter o mesmo consumo do chipset atual da empresa que fica limitado a no máximo 2,6 GHz.
 O novo chipset continuará sendo octa-core. O segundo bloco, que continua com o mesmo processador Cortex-A53 da ARM, agora trabalha na velocidade de 2,7 GHz, sendo um grande salto para que o que é encontrado no Exynos 8890. De acordo com a fonte, este aumento na velocidade permitirá um ganho de 30% no desempenho. Infelizmente, não há qualquer informação sobre a GPU usada pela Samsung, mas podemos esperar por alguma solução gráfica da própria ARM.
 De acordo com a fonte, o Exynos 8895 terá o mesmo nível de desempenho e consumo do Snapdragon 830, que, pelo que tudo indica também será octa-core. É bom lembrar que as especificações informadas são de um modelo em teste pela Samsung. O chipset final poderá chegar ao mercado trabalhando em uma frequência mais baixa. De qualquer forma, podemos esperar ver um ganho de pelo menos 30% com o novo hardware da empresa. Só resta esperar pelos primeiros benchmarks vazados mostrando o desempenho deste novo chipset.
Pokémon GO: o que significam os anéis coloridos que aparecem nos Pokémons

Pokémon GO: o que significam os anéis coloridos que aparecem nos Pokémons

 Quem já desbravou os continentes mais remotos em busca de Pokémons — ou mesmo quem está fazendo isso do sofá de casa usando os incensos — já deve ter reparado que todos os monstrinhos apresentam uns anéis coloridos quando as pokébolas são lançadas.
 Entretanto, ao contrário do que alguns treinadores de Pokémon GO pensam — fontes afirmam que o redator deste tutorial pensava —, isso não diz respeito à precisão na pontaria para a captura do pokémon desejado.
 A grande verdade é que cada cor representa um nível de dificuldade que aquele pokémon apresenta para a caça. Ou seja: isso significa o quanto você vai sofrer até conseguir fazer com que o monstrinho esteja registrado na sua backpack!
Anéis verdes representam as capturas mais fáceis
 Confira logo abaixo o que significa cada uma das cores existentes nos círculos e saiba exatamente o quanto vai haver de dificuldade na hora em que você começar a lançar suas pokébolas. Importante deixar claro que isso vale apenas para o momento após o acerto do Pokémon. A dificuldade em acertar os monstrinhos com a pokébola não é alterada por isso:
  • Verde: pouca dificuldade (deve ser capturado já no primeiro lançamento preciso)
  • Amarelo: dificuldade moderada (pode demandar mais pokébolas)
  • Vermelho: grande dificuldade (pode exigir o uso de frutas para a captura)
 Além disso, vale notar que quanto menor o raio do anel do colorido, maior a sua chance de sucesso na captura. Logo, sempre segure o dedo na pokébola e lance quando o anel estiver com menor diâmetro, evitando jogar quando ele ficar grande, pois assim você diminui a probabilidade dele continuar arisco e fugir da pokébola.
Dificuldade moderada
 Vale dizer que essas dificuldades são referentes às pokébolas originais. Com as pokébolas especiais (Great Ball, Ultra Ball e Master Ball, por exemplo), fica mais fácil capturar qualquer monstrinho presente no game. Você já conseguiu capturar algum com os anéis vermelhos?
Fonte: Tecmundo
Pokémon GO: como resolver os principais problemas e bugs

Pokémon GO: como resolver os principais problemas e bugs

 O Sonho é real: Pokémon GO foi lançado no Brasil nesta quarta-feira (3), e todo mundo já está aproveitando por aí. Bom, ou quase todo mundo. O aplicativo ainda não chegou na versão final e está recheado de problemas técnicos. Muitos deles são graves e atrapalham o funcionamento do utilitário, tornando impossível a diversão de muitas pessoas.
 Para ajudar a vida de vocês, compilamos os obstáculos mais chatos e recorrentes em Pokémon GO para que você saiba o que fazer na hora do aperto. Se você está enfrentando algum perrengue, confira abaixo alguns dos principais obstáculos que os mestres pokémon podem enfrentar e as possíveis soluções (quando houver).

O modo AR não funciona

 Essa talvez seja a principal dúvida de muitos jogadores, mas é a mais fácil de explicar. Ao iniciar o game, muitos usuários estão relatando o problema de “Cannot detect your phone’s orientation”, impossibilitando o uso da câmera.
 Em aparelhos Android: se você não tem esse recurso, é porque o seu celular (há muitos modelos das mais variadas marcas) não conta com o sensor de giroscópio, um componente essencial para o funcionamento do modo realidade aumentada. Você pode conferir no manual do seu aparelho se ele conta com essa especificação técnica.
 Em iPhones: usuários que estão usando as versões Beta 1 ou 2 do iOS 10 contam com esse problema. Se possível, volte à versão anterior do sistema ou espere pelo lançamento oficial do OS.
Modo AR

O app está com uma tela preta

 Este é um dos piores erros com os quais você pode se deparar. Se isso ocorrer desde a primeira vez que você abrir o app, possivelmente não há o que fazer. É necessário desinstalar e instalar o utilitário novamente, mas não há garantias. Possivelmente, este problema ocorre por conta do seu celular não ser compatível (caso tenha instalado via APK externo).
A tela está preta?

Eu tenho giroscópio, mas a câmera não funciona

 Caso o seu smartphone tenha o giroscópio, mas mesmo assim a câmera não funcione, possivelmente é algum bug do aplicativo, que pode ser resolvido ao abrir e fechar o game (ou em casos drásticos, desinstalar e instalar o app). Se mesmo assim não funcionar, possivelmente o seu aparelho conta com uma tecnologia mais antiga e não compatível.
Ainda está sem a câmera?

O mais famoso: GPS não localizado ou falha de detecção

 Este problema tem sido reportado por muitos jogadores e é o mais chato de todos. Sem GPS, é impossível jogar, infelizmente. Portanto, o que fazer quando você receber a mensagem “GPS signal can’t be found” ou “Failed to detect location”? Há algumas dicas básicas e outras mais avançadas.
 Pode parecer simples, mas há três recursos que você deve prestar atenção: o seu GPS (sim, é uma sugestão boba, mas muitas pessoas acham que ele fica ligado por padrão) está ligado? A opção pode ser encontrada nos atalhos da barra de tarefa. O modo de Alta Precisão está ativo? Você pode achá-lo em “Configurações > Privacidade” ou “Configurações > Localização”, depende de cada Android. O seu WiFi e Rede Móvel estão ativos? Deixá-los ligados aumenta a precisão – em alguns celulares, é possível ligar o Bluetooth para isso também.
Vá nas configurações do aplicativo
 Mesmo assim não foi possível ser identificado no mapa? Você pode estar em algum local onde o sinal é fraco demais. Estações de metrô, túneis, e cidades muito afastadas podem ter esse tipo de problema. Além disso, deixar o app aberto em segundo plano pode causar erros de conexão. Abra e feche o aplicativo para ver se o problema é resolvido.
 Se nenhuma das alternativas acima resolver o seu problema, pode ser que haja alguma incompatibilidade do seu aparelho com o jogo ou um problema técnico do seu dispositivo (afinal, smartphones também quebram). Desinstale e instale novamente o utilitário e teste-o em locais mais movimentados – de preferência onde outros jogadores já conseguiram brincar.
Problemas de GPS?

O jogo fecha de vez em quando ou ao abrir um ginásio/PokéStop

 Muitos usuários têm reportado este tipo de problema técnico: de tempos em tempos ou ao realizar certas ações (como abrir um ginásio, uma PokéStop ou a lista de pokémons), o jogo fecha sozinho. Esse tipo de crash ocorre por conta das limitações de hardware (memória RAM).
 Portanto, ao se deparar com situações que exigem mais recursos, o game trava. O melhor conselho é: se você tem um smartphone mais simples, utilize um app de terceiros – ou o gerenciador de memória do próprio celular – para liberar RAM e feche todos os outros utilitários abertos em segundo plano antes de começar a jogar. Mesmo assim, eventuais mensagens de WhatsApp podem atrapalhar a experiência.
O jogo fechou?

A sua conta foi removida/deletada

 Este é um dos problemas técnicos mais novos e talvez o mais preocupante. Afinal, já pensou perder a sua conta level 20 com diversos pokémons fortes? Há dois principais motivos: o primeiro é que por algum bug, o jogo pode ter deslogado a sua conta temporariamente. Tente se conectar novamente e lembre se foi por um login Google ou por uma Pokémon Account. O segundo (e mais grave) é um possível banimento por burlar os termos de uso do aplicativo – o que inclui usar o Fake GPS.
Problemas na conta

O seu progresso foi perdido

 De repente, a sua conta voltou para o level 1? Fique tranquilo, possivelmente é um problema de login similar ao do item acima. Você provavelmente tem duas contas registradas: uma com o Google e outra pela Pokémon Account. Basta sair em “Settings > Logout” e entrar novamente, mas dessa vez com a conta correta.
Vá nas configurações

Mensagem “você já possui este item”

 Você pode se deparar com este problema enquanto compra Pokécoins e perde a conexão de internet. Para conseguir comprar itens, basta reiniciar o seu aparelho para tirar essa dor de cabeça e gastar o seu dinheiro à vontade.
Problemas com os itens

O jogo travou enquanto você capturava um Pokémon

 Pense na seguinte situação: você encontrou um pokémon bem legal (como um Haunter ou um Onyx) e lançou a pokébola. Quando a captura estava prestes a ser concluída, a internet parou e você é deixado com uma imagem estática do item parado. Em iPhones, desligar e ligar a rede móvel pode ajudar a voltar a conexão, enquanto no Android você precisará fechar e abrir o jogo novamente (geralmente, o pokémon é capturado e você pode encontrá-lo na sua lista).
Travou? Fique tranquilo

Áudio e efeitos sonoros distorcidos

 Se você tem ouvido sons estranhos e distorcidos, não se assuste. Provavelmente, o motivo é ter conectado o seu smartphone a algum aparelho Bluetooth, algo que gera um pequeno bug. Basta reiniciar o jogo.
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Pokémon GO: veja quanto tempo dura um Incense e como funciona sua mecânica

Pokémon GO: veja quanto tempo dura um Incense e como funciona sua mecânica

 Ha pouco tempo, criamos um tutorial que explicava um pouco do funcionamento dos itens Incense e Pokelure (Lure Modulo) de Pokémon GO, ambos essenciais para atrair pokémons para as regiões próximas de você. Contudo, você sabia que há mais mecânicas avançadas para você tirar o máximo deles.
 Não há muito o que dizer sobre o Lure Module, pois ele apenas atrai pokémons para uma PokéStop. Contudo, há mais segredos do que parece em relação aos Incenses. Alguns usuários do Reddit destrincharam o código do game e descobriram a mecânica por trás do item. Confira:
Como usar um Incense

A melhor forma de usar o Incense é andando

 Incense é um recurso de Pokémon GO no qual você utiliza para atrair criaturas para perto de você durante 30 minutos, independentemente do local. Em outras palavras, ele serve tanto para momentos nos quais a pessoa está parada quando para situações em que ela está andando. Na teoria, tanto faz, certo? Bom, não é bem assim.
Caminhar com um passo acelerado é a melhor forma de utilizar um Incense, pois você verá um pokémon novo a cada 200 metros
 Se você utilizar o item enquanto estiver na sua casa, ou seja, parado, um pokémon aparecerá a cada 5 minutos, totalizando seis monstrinhos (30 ÷ 5 = 6). Entretanto, se você usá-lo enquanto estiver andando, um novo monstro aparece a cada 200 metros de caminhada (portanto, nada de usar o carro hein?).
 Em suma, usar um Incense é muito mais vantajoso enquanto você anda pela cidade, pois você consegue caminhar essa distância em cerca de três minutos (para otimizar o item, evite subidas e rotas com muitos semáforos). Vantagem, não é mesmo?
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Pokémon GO: atualização 0.33 chega para o mundo todo com novidades! Confira

Pokémon GO: atualização 0.33 chega para o mundo todo com novidades! Confira

 Como todos sabemos Pokémon GO ainda está longe de sua versão final, contando com muitos bugs, travamentos e espaços para melhorias. O jogo saiu há pouco tempo e a Niantic está lotada de trabalho para fazer, mas isso não tem impedido que ela lance algumas atualizações no meio tempo. Dessa vez, o update 0.33 chegou para Android e iOS (na App Store é descrita como 1.3.0, mas no aplicativo é 0.33) com algumas novidades, sendo o provável motivo da instabilidade presenciada por jogadores na noite desta segunda-feira (8).
 Na semana passada, uma nova versão do game havia retirado a mecânica de identificação de pokémons próximos, algo que revoltou muitos fãs (os brasileiros não chegaram a aproveitar este recurso). Dessa vez, a desenvolvedora parece ter ouvido os apelos dos jogadores e já demonstrou trabalhar em algo para substituir, já que há uma nova interface para as criaturas nas proximidades.

Confira o há de novo

  • Uma caixa de diálogo adicional foi inserida com mensagens que lembram o jogador de não jogar enquanto dirigem. O texto é exibido quando o app percebe que o usuário está acima de uma certa velocidade e para removê-lo é preciso clicar no botão de confirmação
  • Aprimoramento na precisão de arremessos com bolas curvas
  • Corrigido o bug que prevenia jogadores de ganhar bônus de experiência em capturas com "Nice," "Great," and "Excellent"
  • Os ícones de medalhas erradas em certas conquistas foram arrumados
  • Agora há a possibilidade de os treinadores trocarem o nick do game uma única vez. A Niantic diz: “Por favor, escolham o nome com sabedoria”
  • Os problemas de battery saver (recurso especial para poupar bateria) no iOS foram corrigidos e reinseridos
  • Agora, os líderes de equipe Candela, Blanche e Spark contam com visuais detalhados
  • “Nós estamos testando uma nova variação do recurso ‘Nearby Pokémon’ com alguns usuários. Durante esse período, você pode presenciar algumas mudanças na interface de pokémons próximos”, diz a Niantic
  • Correção menores em textos
Versão 1.3.0 no iOS

O que esperar da nova atualização?

 Sem sombra de dúvidas, os estadunidenses e demais jogadores que já tinham o game no Brasil não devem sentir grandes diferenças na jogabilidade, já que alguns dos “novos” recursos são apenas versões corrigidas deles, algo que nós, brasileiros, não chegamos a desfrutar. Entre eles, podemos listar o modo de economia de bateria no iOS e os bônus de experiência em capturas "Nice," "Great," and "Excellent", que garantem bônus de experiência ao arremessar a pokébola no círculo colorido.
 A atualização traz um novo aviso para impedir que os jogadores joguem enquanto dirigem, correções em diversos bugs, a possibilidade de trocar de nome (está arrependido do nick que escolheu? Você poderá trocá-lo uma única vez) e conteúdo novo para os líderes de equipe, que agora contam com visuais refinados.
Mensagem aos motoristas de plantão
 O grande mistério ainda paira na mecânica de proximidade de pokémons. Antes do update 0.31 (o que nós brasileiros usufruímos desde o início), havia a possibilidade de mensurar o quão distante um monstrinho estava do seu personagem através de uma, duas ou três patinhas. Quanto mais delas, mais distante eles estavam. Agora, há um desenho de grama atrás das criaturas, mas nada muda entre eles.
 Apenas uma pequena nata de usuários experimentará a novidade, e o update deve ser apenas um tira-gosto para os mais ansiosos. Portanto, essa ferramenta só deve chegar nas próximas atualizações do game. Por ora, ela parece apenas ter trazido uma quantidade maior de pokémons – isso ainda não foi confirmado, trata-se apenas de boatos e relatos – em áreas mais distantes dos grandes centros.
O que esperar da mecânica de pokémons próximos?

O que ainda não veio?

 Sim, todas as novidades são bem-vindas, incluindo a mensagem adicional para impedir que os pokemaníacos joguem enquanto dirigem. Contudo, muitos bugs ainda não foram corrigidos e há diversos elementos que ainda carecem de melhorias.
O update 0.33 trouxe de volta a opção "Battery Saver" no iOS. No Android ela sempre esteve presente
 Um deles – e muito requisitado pelo público – é a chance extra para mudar de time, pois o tutorial é muito confuso e diversas pessoas escolheram a sua equipe sem querer. Outro ponto importante ainda não focado pela Niantic é a dominação de ginásios, que ainda pode ser “roubado” por pessoas que não participavam da batalha.
 Além disso, há muito o que ser otimizado em desempenho técnico e em pontos menores, como os erros de distância nas PokéStops etc. Como sempre, ainda não há data para um novo update dar as caras, mas ele deve trazer novidades mais importantes, visto que a atualização 0.33 preparou terreno para novidades.
Visuais dos líderes de equipes
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Pokémon GO: como conseguir qualquer uma das três evoluções do Eevee

Pokémon GO: como conseguir qualquer uma das três evoluções do Eevee


 O Eevee é um dos pokémons mais queridos e lembrados, e isso não muda em Pokémon GO. Apesar de ter um design bacana e fofinho, não é por conta disso que ele é um dos prediletos dos fãs: na primeira geração, o monstrinho pode se transformar em outros três, sendo cada um de um tipo diferente: fogo, água e raio.
 Como era de se esperar, todas as transformações do monstrinho estão presentes no app, mas como elas funcionam? Afinal, no jogo de Game Boy/DS/3DS, cada uma delas precisa de um requisito especial, como pedras preciosas ou evoluí-lo em um certo período do dia. Em Pokémon GO, a evolução é aleatória, mas há um método de “forçar” especificamente uma delas. Confira:

Como obter especificamente o Jolteon, Flareon ou Vaporeon

 Convenhamos: evoluir pokémons no app não é uma tarefa muito fácil. Quando a criatura em questão é um Pidgey ou um Zubat, é uma coisa, mas um Eevee é mais difícil, já que eles não aparecem tão facilmente e precisam de 50 Candy para serem evoluídos. Depois de tanto esforço esperando por um Jolteon, pode ser uma decepção ganhar um Flareon.

 Para evitar isso, você pode realizar o seguinte procedimento: ao capturar um Eevee, coloque o nome dele como Sparky, se quiser um Jolteon, Pyro, se optar por um Flareon, e Rainer, se quiser um Vaporeon. Bem simples, né?
 Os nomes podem parecer estranhos, mas eles vêm de um Eater Egg presente no jogo, que referencia três mestres Pokémon do desenho original. O criador do app, John Hanke, revelou durante a San Diego Comic-Com que há mais segredos como este no jogo, mas ainda não descobrimos. O que você acha que é?
Fonte: TecMundo.
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Moto G4 Play já está disponível no Brasil; confira o preço

Moto G4 Play já está disponível no Brasil; confira o preço

 Quando a Lenovo-Motorola apresentou os novos smartphones Moto G4 e Moto G4 Plus, surpreendeu a todos com a chegada de um outro modelo chamado Moto G4 Play — que seria a versão mais simples da nova linha de aparelhos. Pois este dispositivo acaba de chegar ao mercado brasileiro.
 A Motorola afirma que a partir desta quinta-feira (4 de agosto), o dispositivo passar a ser disponível em todo o país. O Moto G4 Play conta com processador quad-core com clock de 1,2 GHz e 2 GB de RAM, sendo que a tela é de 5 polegadas e a bateria embutida conta com 2.800 mAh.
 Vale dizer que o Moto G4 Play ainda conta com câmera traseira de 8 megapixels e promete excelentes resultados para quem quer um aparelho de entrada. O Moto G4 Play estará disponível a partir de hoje na loja oficial da Motorola, sendo que o preço sugerido é de R$ 899. O smartphone também poderá ser encontrado na versão com TV Digital (DTV) e capinha extra na cor cabernet.

Especificações técnicas

  • Sistema operacional: Android 6.0.1 (Marshmallow)
  • Tela: 5 polegadas
  • Resolução de tela: 1280x720 pixels (HD)
  • Densidade de pixels: 294 ppi
  • Proteção de tela: Gorilla Glass 3
  • Chipset: Qualcomm Snapdragon 410
  • CPU: Quad-core de 1,2 GHz
  • GPU: Adreno 306
  • Memória RAM: 2 GB
  • Armazenamento interno: 16 GB
  • Armazenamento externo: cartão micro SD de até 128 GB
  • Câmera traseira: 8 megapixels
  • Câmera frontal: 5 megapixels
  • Bateria: 2.800 mAh
  • Extras: dual SIM

Fonte: Tecmundo
Pokémon GO: Niantic atende pedidos e remove PokéStops 'problemáticas'

Pokémon GO: Niantic atende pedidos e remove PokéStops 'problemáticas'

 Quem já andou bastante pelas redondezas da cidade jogando Pokémon GO já reparou que as PokéStops foram colocadas em alguns lugares bastante inusitados: igrejas, hospitais, shoppings, estações de polícia e muito mais. Acontece que, apesar do movimento em vários desses estabelecimentos até aumentar por conta da horda de jogadores em busca de itens e criaturas, às vezes ter uma legião de treinadores por perto não é um bom negócio.
 Por isso, a desenvolvedora Niantic começou a aumentar o número de remoções de PokéStops que são consideradas "problemáticas" para donos ou responsáveis por esses lugares. Após receber diversas reclamações (o nível de urgência e importância é medido pela quantidade de pedidos), a empresa retira os pontos de interação, deixando o mapa "limpo" na região. Esse foi o caso de alguns locais das cidades de New South Wales, na Austrália, e Rhodes, no Canadá, entre muitos outros.
Algumas regiões são bem mais "populosas" que outras nas cidades.
 A Provo City Library, no estado norte-americano de Utah, também fez uma solicitação: o local possui nada menos que quatro PokéStops na propriedade e eles simplesmente não tem conseguido controlar a multidão de jogadores e manter o local silencioso ao mesmo tempo.

No Brasil também

 Por aqui, as solicitações devem começar a acontecer com frequência. Em Curitiba, o Hospital Pequeno Príncipe é um ginásio cujo acesso não pode ser feito simplesmente pela rua. O movimento no local é grande e, alegando que o espaço deve ser respeitado tanto para o bom andamento do atendimento quanto pela privacidade dos pacientes, os responsáveis já avisaram que solicitaram a remoção pela Niantic — algo que ainda não aconteceu. Felizmente, ao menos nenhum tumulto por lá foi registrado por enquanto.
 As PokéStops são baseadas em pontos anteriores do Ingress, o game anterior da Niantic, e a partir de outros dados obtidos pela desenvolvedora. Por isso, é possível que vários deles tenham sido posicionados em locais de difícil acesso ou que incomodem muita gente.
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Pokémon GO: o que é e como fazer para ganhar Stardust

Pokémon GO: o que é e como fazer para ganhar Stardust

 Apesar de parecer simples, Pokémon GO conta com muitas mecânicas mais avançadas e um pouco “escondidas” dos jogadores, conforme mencionamos nesta matéria como um ponto negativo do game. Portanto, há muitas coisas que podem passar despercebidas ou informações que não ficaram tão claras, como é o caso do Stardust.
 Primeiro de tudo: o que é Starduts? Estes pontos são conquistados de várias maneiras e servem para aprimorar CP (Combat Power ou Nível de Combate) dos seus monstrinhos, ideal para participar de batalhas em ginásios, por exemplo. Entretanto, se ele serve para algo tão importante, como é possível obtê-lo?
Stardust

Melhores formas de ganhar Stardust

Capturando pokémons: sem sombra de dúvidas, essa é a forma mais rápida e fácil de conseguir Stardust. Cada monstrinho capturado garante 100 pontos, independentemente se for um Blastoise ou um Zubat. Portanto, se você quer conquistar uma pontuação maior e acumulada do recurso, basta pegar muitas criaturas de bolso.
Defendendo um ginásio: a partir do level 5 de treinador, você pode deixar um Pokémon defendendo um local de combate. Ao entrar na seção “Shop”, você identificará um ícone de escudo no canto superior direito, que significa a quantidade de monstrinhos guardando ginásios. A cada 21 horas, você tem direito a 10 Pokécoins e 500 pontos de Stardust.
Chocando ovos: esse é certamente um dos métodos mais difíceis de garantir pontos, pois você precisa andar 2, 5 ou 10 KM com o aplicativo aberto para chocar ovos. Quando o item abrir, você conquistará um novo monstrinho e pontuação de XP, Stardust e Candy.
Fonte: Tecmundo
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Pokémon GO: como fazer para conseguir mais pokébolas de graça

Pokémon GO: como fazer para conseguir mais pokébolas de graça

 Jogando Pokémon GO e suas pokébolas já acabaram? Pois você certamente já deve ter olhado o preço das pokécoins para comprar um novo kit delas, não é mesmo? Pois saiba que você não precisa disso, pois o game permite que você consiga novas pokébolas sem gastar qualquer quantia.
 Isso mesmo: Pokémon GO traz muitos locais de distribuição de itens — que são chamados de PokéStops — e nesses lugares é muito fácil conseguir novas bolas. Não é preciso vencer desafios e nada do tipo, basta ficar atento.
 Pois é exatamente que vamos ensinar agora mesmo. Confira as dicas que estão logo abaixo e fique pronto para encontrar as pokébolas que estão espalhadas pela sua cidade.

Onde encontrar pokébolas?

 Assim que abrir o mapa do game, você vai encontrar uma série de pontos de interesse. Quando você estiver a uma distância curta deles (cerca de 20 metros, no máximo), é possível tocar sobre os pontos e abrir a interface do PokéStop.
 Com isso, você verá que existe um círculo no centro da interface, havendo uma foto nele. Assim que ver isso, você pode arrastar o dedo lateralmente sobre a tela para "girar a moeda".
 Vários itens vão surgir e você só precisa tocar sobre eles para adicioná-los ao inventário. Em quase todas as paradas há pokébolas sendo distribuídas. Você pode repetir o processo em todos os pokéstops e ainda pode voltar nos já utilizados depois de 10 minutos.

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Ter pokébolas grátis a qualquer momento. Uma ótima pedida, não é mesmo?
Fonte: Tecmundo